RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO ou RELATÓRIO DAS NOTAS EXPLICATIVAS?

por Lélio Lauretti

Pesquisa que fiz com Relatórios da Administração referentes ao exercício de 2013, publicados por 91 sociedades por ações (inclusive Grupos), mostrou o seguinte quadro:
Número de páginas pesquisadas: 2038
Textos, Demonstrações Financeiras, Pareceres: 526 páginas (25,8%)
Notas Explicativas: 1.512 páginas (74,2%)

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RELATO INTEGRADO (IIRC): O que você deve saber para adotá-lo?

por Rubens Marçal

Grande parte do que se segue baseia-se no “framework” do Relato Integrado do IIRC.

O que é um Relato Integrado
Segundo a própria definição do International Integrated Reporting Council (IIRC), Relato Integrado é um “documento conciso sobre como a estratégia, a governança, o desempenho e as perspectivas da organização, no contexto de seu ambiente externo, levam à Geração de Valor no curto, médio e longo prazo.” O IIRC é uma coalizão global de investidores, empresas, reguladores, definidores de padrão, profissionais contábeis e ONGs, que compartilham a visão de que “geração de valor” é questão essencial na elaboração de relatos corporativos. Preocupado com frequentes inconsistências e falta de integração das informações que as empresas tornam disponíveis em seus vários relatórios, o IIRC, analisando incontáveis publicações a nível global, selecionou uma amostra representativa das que mais se aproximavam ao ideal de disclosure dos fornecedores de capital financeiro (bancos, acionistas, debenturistas, investidores).

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Queremos Conselhos de verdade!!!!!

Annibal Ribeiro Lima

Chegamos ao final de 2014 com uma sensação mista em relação à Governança Corporativa no Brasil, se por um lado conquistamos espaço não só através de um trabalho intenso do IBGC, mas principalmente por experiências bem sucedidas na prática de muitas empresas, por outro lado, observamos situações em que a Governança Corporativa teve seus conceitos e pilares sendo absolutamente destroçados.

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FAIR GAME – Directors Disappoint by What They Don’t Do

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Published: May 11, 2013

DIRECTORS of some high-profile public companies are coming under scrutiny this proxy season. Shareholder advocates say it’s about time.

The coming meeting of JPMorgan Chase shareholders, to be held in Tampa, Fla., on May 21, is a case in point. Directors on that board are under fire for not monitoring the bank’s risk management, a failure highlighted by last year’s $6 billion trading loss in the company’s chief investment office. Shareholder advisory firms have recommended voting against some of the directors on the risk policy committee and audit committee, so it will be interesting to see what kind of support those board members receive at the election.

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